Eminentes e admiráveis treinadores confrontam-se aqui.
Domingo, 10 DE Fevereiro 2008
Tenho mais algumas coisas para publicar além do que está neste post mas deixo isso para quando já se souber as transferências de todos. Por agora, ficam as minhas transferências:

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Tirei da minha equipa o melhor guarda-redes do Sporting e o meu 2º melhor guarda-redes - Costinha 15 pontos, Stojkovic 12 pontos, Fernando -5 pontos. Mesmo sem ter jogado 9 jogos, teve quase tantos pontos como o Costinha que não jogou 6. Não fosse a estupidez do Paulo Bento e nesta altura não teria a obrigação de tirar um guarda-redes. Assim, foi inevitável. Para o seu lugar, as opções eram apenas 2 - Helton ou Quim. Fugazmente, cheguei a pensar em Rui Patrício mas há jogadores que não consigo comprar. Rui Patrício juntou-se a esse grupo ao sofrer certos golos como aquele do Toñito ou o do Taça da Liga frente ao Penafiel (não sei quem marcou, confesso). É verdade que todos os guarda-redes sofrem os famosos "frangos" mas Rui Patrício exagera. Não digo que não seja o futuro melhor guarda-redes português mas porra, o rapaz tem 19 anos. Era mesmo preciso lança-lo às feras? Se estivéssemos a falar do Varzim... Mas pronto. Escolhi o Helton. Talvez escolhesse o Quim se tivesse um maior número de substituições pois a diferença de preço daria para melhorar certas posições. Assim, ficou o Helton. E ficou muito bem.

Na defesa tinha 2 substituições a fazer: Luiz Carlos e César Peixoto. Certamente faria ambas se não tivesse limite de substituições. Assim, senti-me na obrigação de optar. Por razões óbvias, optei pelo Luiz Carlos. Para o substituir, a escolha estava dependente de outras que fizesse, principalmente da próxima. Se quisesse manter Katsouranis na minha equipa, teria de escolher um substituto para o Luiz Carlos mais barato que o Pedro Emanuel. Para essa situação pensei em Geromel (pela sua qualidade individual), Hugo Alcântara e Rolando (mais pela qualidade da defesa do Belenenses). Como optei por vender o Katsouranis, Pedro Emanuel foi escolha óbvia.

O meio-campo foi a base de todas as minhas trocas. A primeira decisão que tomei quando comecei a pensar nas transferências (por volta do início de Janeiro) foi a compra de dois jogadores: Lucho Gonzalez e Cristian Rodriguez. Não era a minha zona mais fragilizada (pelo contrário) mas eram 2 jogadores que queria mesmo ter. E como este jogo para mim não se resume apenas em chegar ao fim com mais pontos - mesmo sendo isso o mais importante - quis tê-los independentemente de quem tivesse de sair para isso.

Para a entrada do Lucho estive indeciso em tirar o Katsouranis ou o Ruben Amorim. Admito que preferia manter o Katsouranis (ainda agora receio que ele se liberte da estupidez do Camacho e comece a marcar golos como fez esta semana pela Grécia) mas a verdade é que o Ruben Amorim, para além de indiscutível no Belenenses, tem o carinho de todos os jornalistas. Pelo menos, confesso que nunca vi ninguém dizer mal dele. Nas 15 jornadas só teve uma nota 1 quando jogou a lateral-direito em Setúbal. Já o Katsouranis, teve por três vezes nota 1 e no total tem menos 9 pontos que o Ruben Amorim mesmo já tendo marcado um golo. Conclusão: os 2 milhões de diferença entre eles não eram compensados pelas suas pontuações e, apesar de não esperar golos do Ruben Amorim, sei que posso contar com a sua regularidade. Assim, tendo em conta que teria de "cortar" noutras posições para manter o Katsouranis, decidi vendê-lo. Sobre esta posição, uma última nota: As razões que me levaram a querer comprar Lucho e Cristian Rodriguez foram as mesmas que me levaram a rejeitar a ideia de comprar Raul Meireles. O Grilo e o Cláudio já o tinham, o Nuno e o Filipe compraram-no e o Pedro talvez também o tenha feito. Eu recuso-me a ter jogadores dos quais não gosto. Admito que ele melhorou a sua qualidade de jogo, defende e ataca melhor mas continua a não ter algo que para mim é muito importante: inteligência. Quando ele for inteligente o suficiente para perceber as suas limitações técnicas (principalmente ao nível do remate), talvez eu comece a apreciá-lo mais. Até lá, não consigo.

Para a entrada do Cristian Rodriguez, a dúvida não foi grande. Apesar do Fajardo estar a passar um momento menos positivo (até perdeu a titularidade no último jogo), acredito que é passageiro. Mais, acredito que o facto de ter ficado a aquecer o banco vai fazer com que se empenhe mais para recuperar o lugar. Assim, e como o futebol do Guimarães é mais ofensivo que o do Marítimo, decidi manter o Fajardo e vender o Fábio Felício.

Sobre o Lucho e o "Cebola", não há muito a dizer. A qualidade de ambos é bem visível em cada jogo que fazem e dá prazer vê-los jogar. Era genial que no fim da época o Porto conseguisse manter o Lucho e fosse buscar o Rodriguez para o lugar do Quaresma. Já agora, ia também buscar o Léo para que o Fucile ocupasse o lugar do Bosingwa (que por sua vez seria vendido ao Manchester por 30 milhões).

Ainda no meio-campo, achei que deveria tirar o João Pinto. O Romagnoli não tem sido excepcional mas também não me tem dado grandes problemas. A verdade é que a sua qualidade de jogo está a descer um pouco - o que não me admira muito visto que é titular nos jogos todos sejam eles para o Campeonato ou para a Taça da Liga. Assim, e como esta posição é um pouco complicada de gerir, achei melhor não arriscar continuando apenas com um número 10 válido. O João Pinto tarda em voltar e ninguém pode assegurar que recupere a titularidade quando isso acontecer. Para o seu lugar escolhi o Mateus do Estrela da Amadora. A equipa não é brilhante mas ele é muito bom jogador. É uma posição complicada e as alternativas não eram muitas. Excluindo o Rui Costa pelos mais de 5 milhões que vale, restava-me Ghilas, Marcinho, Juliano e Mateus. Com as outras escolhas que fiz, não tinha dinheiro suficiente para ter o Ghilas. Se desse para conciliar Ghilas e Linz, teria optado pelos 2 mas nem dessa forma tinha dinheiro suficiente, por isso, desisti de o comprar. Depois, entre Marcinho, Juliano e Mateus, decidi escolher o goleador dos 3. Gosto muito do Marcinho mas não é jogador de marcar muitos golos (ainda não marcou nenhum nesta época) e o Juliano é jogador de uma das equipas com pior ataque da Liga. Escolhi então o Mateus que já tem 4 golos e uma série de óptimas exibições.

Por fim, no ataque tinha 2 (ou mesmo 3) substituições a fazer. Adriano (o meu jogador mais caro e que não recuperará a titularidade de forma alguma), Makukula (não pontuará o resto da época para mim) e ainda o Mrdakovic (com as contratações e as boas prestações do Roberto e do Marquinhos, talvez tenha a titularidade em risco). No entanto, só fiz uma alteração. Se fosse apenas racional, só teria trocado o João Pinto no meio-campo e depois trocava 3 avançados. Como não consigo sê-lo, restou-me apenas 1 substituição para os avançados e, a escolher, obviamente escolhi o Adriano pelo dinheiro que me possibilitava gastar. Mas não bastava escolher quem sair. Tinha de escolher quem seria o substituto do Adriano. E esta foi a escolha mais complicada de todas. Esta foi a escolha que me fez atrasar as transferências quase até à última. Todos os meus rivais na luta pelo título têm o Linz. À custa do Linz perdi muitos pontos para eles nestas jornadas. Gosto muito do Linz desde que o vi jogar no Boavista e sempre achei que ele precisava de melhores jogadores à volta dele para se revelar um maior goleador. Mas aquele  2º golo do Farías contra o Leiria... Que ponta-de-lança! Fiquei na dúvida até ao último momento porque considerei um risco escolhê-lo. E ainda considero. Mas foi um risco que quis correr. Tenho receio que o Jesualdo o tire se ele passar 2 jogos sem marcar e faça regressar o Tarik. Aliás, tenho receio que faça regressar o Tarik mesmo sem o Farías passar 2 jogos sem marcar. Mas quis pô-lo e, se correr bem, dar-me-á pontos importantes na luta pelo título. Ainda não sei se o Grilo e o Pedro o puseram (acredito que sim) mas o Filipe e o Nuno não puseram. Não incluo aqui o Cláudio porque acho que ele só será meu rival se eu não recuperar folgo na luta pelo título e tiver de me ficar por lutas menores. A verdade é que nesta posição (avançados) está a minha maior fraqueza. A ausência de Linz (que todos têm) e do Levezinho (o "meu jogador" da época passada que nesta é do Nuno e que hoje voltou a marcar um golo fabuloso) podem causar estragos. Mas estou contente com as trocas que fiz e acredito que posso recuperar os pontos perdidos nas últimas jornadas.

Sobre os outros plantéis falarei na altura em que vier publicar o resto das tabelas que quero publicar. Como ainda nem todos disseram as suas trocas, não vale a pena estar a falar já. Fica então o meu novo plantel que agora só tem 22 jogadores.

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E agora, entrando na onda do Nuno e do Cláudio, este talvez seja o meu ONze base. Algumas dúvidas em jogar com 2 médios-centro ou 2 avançados mas andaria por aqui. E mesmo assim, deixaria Costinha, Tonel, Ruben Amorim, Bruno, Fajardo e Mateus no banco. Parecem-me todos substitutos de qualidade.
 
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E pronto, é tudo. Publiquem as vossas trocas para eu depois publicar o resto.
publicado por José Oliveira às 04:25
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